DOIDEIRA MANSA

Jornal O Globo
Segundo Caderno
Por Leonardo Cazes
15/05/2017

Na tranquilidade do seu escritório, na casa onde vive, em Seropédica, na Baixada Fluminense, o escritor, pesquisador, compositor e cantor Nei Lopes, 75 anos recém-completados na terça-feira passada, mantém uma rotina que ele classifica como “doideira mansa”. Nesta segunda-feira, ele lança o “Dicionário de História da África — Séculos VII a XVI” (Autêntica), em parceria com José Rivair Macedo. Em setembro chega às livrarias seu novo livro de contos, “Nas águas da baía há muito tempo” (Record). E Nei tem dois romances engatilhados, dois discos encaminhados, um livro com as letras de suas canções em andamento e trabalha no próximo volume do dicionário sobre História da África, do século XVII em diante. Veja mais

NEI LOPES E A CENSURA NOS ANOS 70

O cuidadoso pesquisador Stephen Bocskay vem, há tempos, estudando as letras do nosso Nei Lopes. E agora finaliza, tendo Nei como um dos artistas focalizados, o livro “Samba e afro-política durante a ditadura militar brasileira”. E este trabalho deu origem à série de reportagens que a jornalista Mariana Filgueiras está publicando no Segundo Caderno de O Globo nesta última semana de março de 2017. Veja mais