DE NOVO, DE OLHO NO ANO NOVO

Correndo tudo como previsto, em 2019 deveremos chegar ao 39º título publicado em livro, desde 1981. Sabemos que quantidade não quer dizer necessariamente qualidade, mas, cá entre nós, é quase um por ano!

As novidades, já nos respectivos prelos, são: a coletânea de crônicas “Meu Lote”, organizada pelo polivalente amigo Marcus Fernando (Numa Editora); o romance “Agora serve o coração”, bem-humorada ficção mágico-realista ambientada na Baixada Fluminense (Record) e “Ifá Lucumí, a tradição resgatada”, sobre a prática oracular dos babalaôs, os “pais do segredo”, desaparecida no Brasil desde a década de 1930 e retomada no Brasil, no início dos anos 90, com fixação de sacerdotes cubanos no Rio de Janeiro. Sobre este livro, escreveu Cristina Warth, dirigente da Pallas Editora, fundada por seu pai, o saudoso Antônio Carlos Fernandes: Veja mais

NEI LOPES NO ‘CONVERSA COM BIAL’!

Nei Lopes comentou parte de seu obra no ‘Conversa com o Bial’ – Foto TV Globo

JORNALISTA DEFENDE CANDIDATURA DE NEI LOPES PARA A ABL: ‘PELOS SAMBAS QUE ELE FEZ’

Escritor comentou sua obra e revelou temas de seus próximos livros no ‘Conversa Com Bial’

O sambista, enciclopedista, romancista, poeta e ensaísta Nei Lopes comentou parte de sua obra no Conversa com Bial desta segunda-feira, 15/10. Em 46 anos de carreira, o compositor lançou nove discos e publicou 38 livros. Vencedor do Prêmio Jabuti em 2016 na categoria não ficção e dono de dois títulos honoris causa, o artista lembrou suas parcerias com Wilson Moreira e Candeia durante o programa, e foi bastante elogiado pelo jornalista Hugo Sukman. Para o escritor, o carioca – de 76 anos – merecia ter uma cadeira na Academia Brasileira de Letras: Veja mais

“NÓIS TORCE, MAIS NUM É TRÔXA: Focinho de porco não é tomada”

Está bem! Esporte é saúde, a competição é saudável; o espetáculo esportivo é diversão e lazer. Mas, cá entre nós, há um bocadinho de alienação envolvido nisso tudo.

A alienação, como todos sabemos, é um fenômeno pelo qual nós humanos, sem querer, somos convertidos e, alheios, estranhos a nós próprios; e isto pela ação de forças invisíveis que nos precipitam para esse estado fora de nossa natureza e de nossos interesses, para objetivos que não só os nossos, mas que somos levados a creditar que são. Veja mais