NESTE CARNAVAL NÃO QUERO MAIS SABER…

Bloco do Seu Braz Lopes. Irajá, 1947.

Dias atrás, em mais uma entrevista, o interessado nos perguntava sobre “a relação entre a música e a construção da identidade do carnaval brasileiro que conhecemos hoje”.

Não foi preciso pensar muito para responder que a música de carnaval já teve importância na construção dessa identidade porque ela era divulgada meses antes da festa, em escala nacional. É claro que havia a “caitituagem” forçando a divulgação, porque desde a instituição do rádio comercial, na década de 1920, já tinha compositor e cantor de olho no sucesso. Veja mais

BENÉ, MORENO, CORONEL JORGE LOPES (1948 – 2017)

Lembro do garoto gorducho e sisudo que, mal sabendo falar, incorporou à sua figura o apelido Bené, cravado pelo certeiro Tio Dica, criador de alcunhas e cognomes imorredouros, como Varé, Duú, Doceu, Niquizé, Sinhá, etc. Depois, veio o rapaz estudioso, caprichoso, pobre, mas bem vestido, dançando direitinho e namorando melhor ainda. Veja mais