MORREU EM PARIS A MARIA CALLAS AFRO-BRASILEIRA

Maria D’Apparecida

Dias atrás, uma pequena nota em O Globo, informava uma perda inestimável. Morria em Paris, sozinha e sem parentes ou conhecidos, aquela que um dia foi considerada a “Maria Callas afro-brasileira”, numa referência à mitológica diva grega do canto lírico, a quem substituiu, na Europa. O corpo da cantora foi encontrado por vizinhos, em estado de decomposição. E a Embaixada Brasileira custou a localizar alguém que se responsabilizasse pelos despojos, ao final cremados lá mesmo na capital francesa. Veja mais

O GENOCÍDIO DO NEGRO BRASILEIRO

A Editora Perspectiva, em parceria com o Itaú Cultural e o Ipeafro, reeditou o clássico texto publicado em 1978.

O livro conta a perseguição que Abdias sofreu do regime militar, quando o Itamaraty tentou silenciá-lo em Lagos, Nigéria, no 2º FESMAN / FESTAC ’77.

O governo brasileiro conseguiu vetar o nome dele e foi desfeito o convite para ser palestrante. Veja mais

VALEU, TADEU AGUIAR!

O grande ator Tadeu Aguiar, o “Padre Maximiliano” da primeira montagem do nosso “Bilac vê estrelas” (de Heloisa Seixas e Julia Romeu, a partir de Ruy Castro), está fazendo um gol de placa. É que, dirigindo o musical “Love Story”, com estreia prevista para junho, no Imperator, escalou um elenco só de ótimos atores e atrizes pretos e pardos, ou seja, negros. Veja mais