“NEI LOPES: O ENCICLOPÉDICO QUE LEVOU O SAMBA PARA A MPB”

Este é o título do Capítulo de 32 páginas do livro “mpbambas – Histórias e memórias da canção brasileira – Vol.2” do jornalista e crítico musical Tárik de Souza, focalizando a vida e a obra do simpático compositor e escritor que em maio completa 75 anos de idade – A editora é a Kuarup.

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“ZÉ DA VELHA & SILVÉRIO PONTES (A menor big band do Mundo)” – Um prefácio suingado

Nos anos 50, meu saudoso irmão Gimbo liderava um grupo formado por seu trombone e mais sax-alto, piston, “viola americana” (violão tenor amplificado) e bateria; que às vezes incluía um “rabecão” (contrabaixo).

Nas várias formações do grupo, meu mano “terçava armas” com pistonistas do seu time, em gafieiras como Cedofeita, Dancing Irajá, Centrinho de Cordovil, etc. E a fonte dessa música ótima era, sem dúvida, o jazz; como prova o “Ei, Baburiba” que eles cantavam em coro, imitando o “Hey! Ba-ba-re-bop”, criado nos EUA por Lionel Hampton. Porque o jazz vivia já entre nós desde o tempo da célebre foto de Pixinguinha com seu jazz-band, na qual o piston de Sebastião Cirino aparece “duelando” com o trombone de Esmerino Cardoso.

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PARA LYGIA SANTOS, NO DIA DO SAMBA

Nossa grande amiga Lygia Santos está hoje um pouco retirada da triste realidade que nos envolve e entristece, a todos. Certamente por uma determinação Lá do Alto, está sendo preservada de um montão de notícias que certamente a fariam sofrer. Como sofria quando alguém punha em dúvida a autoria do “Pelo Telefone”, obra criada por seu pai Ernesto Maria dos Santos, o Donga (1889 -1974), músico lúcido e pioneiro.

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