Já nas Livrarias: DICIONÁRIO DE HISTÓRIA DA ÁFRICA (Nei Lopes e José Rivair Macedo)

OBRA TRAZ O CONTINENTE COMO CENTRO E SUJEITO DOS ACONTECIMENTOS E REÚNE MAIS DE 1.200 VERBETES

Em coautoria com o professor de História da África José Rivair Macedo, Nei Lopes acaba de lançar o Dicionário de História da África.

Indispensável para todas as pessoas envolvidas com movimentos culturais e sociais, além de importante instrumento para educadores, o dicionário foge das abordagens convencionais trazidas por cronistas árabes e pelos escribas de navegadores portugueses para contar a história da África. A obra cobre o período que vai da ascensão do islamismo no século VII à derrocada do Império Songai no século XVI. Veja mais

DOIDEIRA MANSA

Jornal O Globo
Segundo Caderno
Por Leonardo Cazes
15/05/2017

Na tranquilidade do seu escritório, na casa onde vive, em Seropédica, na Baixada Fluminense, o escritor, pesquisador, compositor e cantor Nei Lopes, 75 anos recém-completados na terça-feira passada, mantém uma rotina que ele classifica como “doideira mansa”. Nesta segunda-feira, ele lança o “Dicionário de História da África — Séculos VII a XVI” (Autêntica), em parceria com José Rivair Macedo. Em setembro chega às livrarias seu novo livro de contos, “Nas águas da baía há muito tempo” (Record). E Nei tem dois romances engatilhados, dois discos encaminhados, um livro com as letras de suas canções em andamento e trabalha no próximo volume do dicionário sobre História da África, do século XVII em diante. Veja mais

MEUS 75 NOS 129 DA LEI ÁUREA

“Maison des Esclaves” (Casa dos Escravos), na Ilha de Goreé, Dacar, Senegal.

Em Dacar, Senegal, uma das atrações, digamos, turísticas é a “Maison des Esclaves” (Casa dos Escravos – foto), na Ilha de Goreé. Estive lá em 1972, por um dos “acasos” do Destino; e vi as instalações onde cativos aguardavam o embarque para a soturna travessia. Só que a “maison”, agora eu sei, era a casa de um francês enriquecido com o tráfico humano. Que entrou para a história por conta dessa infame condição. E sua casa hoje é glamurizada como atração turística; quando todos sabemos que escravidão não combina com nada de bom, muito menos turismo. Veja mais