NEI LOPES E A CENSURA NOS ANOS 70


O cuidadoso pesquisador Stephen Bocskay vem, há tempos, estudando as letras do nosso Nei Lopes. E agora finaliza, tendo Nei como um dos artistas focalizados, o livro “Samba e afro-política durante a ditadura militar brasileira”. E este trabalho deu origem à série de reportagens que a jornalista Mariana Filgueiras está publicando no Segundo Caderno de O Globo nesta última semana de março de 2017.

Na reportagem abaixo, pode-se ver um Nei iniciante, mas já dizendo a que vinha: apesar do romantismo e da sátira, que depois marcaram mais sua obra, a militância pelos direitos de cidadania já se desenhava. Afinal, sua “escola” tinha sido o CACO, Centro Acadêmico Cândido de Oliveira, de gloriosa memória.


Uma ideia sobre “NEI LOPES E A CENSURA NOS ANOS 70

  1. O que mais impressiona na censura é conseguir, em um mesmo parecer, reunir desconhecimento, preconceito, autoritarismo e seus corolários.

    E, nos tempos de hoje, não nos esqueçamos da atuação das ditaduras culturais que agem sem pareceres e sem interrogatórios.

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