NEI LOPES E A CENSURA NOS ANOS 70

O cuidadoso pesquisador Stephen Bocskay vem, há tempos, estudando as letras do nosso Nei Lopes. E agora finaliza, tendo Nei como um dos artistas focalizados, o livro “Samba e afro-política durante a ditadura militar brasileira”. E este trabalho deu origem à série de reportagens que a jornalista Mariana Filgueiras está publicando no Segundo Caderno de O Globo nesta última semana de março de 2017.

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IRAJÁ, QUEM DIRIA, ACABOU EM PARIS!

Vibrations Brasil é uma antologia de contos brasileiros, recém-publicada na França. Os textos foram reunidos e traduzidos do português para o francês por Émilie Audigier, especialista em literatura lusófona.

A casa publicadora é Éditions Passage(s), apoiada pelo MinC através da Fundação Biblioteca Nacional. E a seleção de textos, com foco na música popular, inclui escritos de Machado de Assis, Lima Barreto, João do Rio, Autran Dourado, João Antonio, Milton Hatoum e outros.

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MAIS UM DICIONÁRIO DE HISTÓRIA DA ÁFRICA

Com a chegada das provas de revisão do Dicionário de História da África: Séculos VII a XVI, de Nei Lopes e José Rivair Macedo, inicia-se a escrita de mais uma nova e auspiciosa página de nossa história pessoal.

Tudo começou em 1988, com a primeira edição do livro Bantos, malês e identidade negra, de Nei Lopes, mais tarde reeditado pela Autêntica Editora e agora sensivelmente afetado pela revisão de alguns conceitos. Continuou com a publicação pela Ed. Civilização Brasileira, em 2011, do Dicionário da Antiguidade Africana, ao qual, também com revisão e reinterpretação de alguns conteúdos, esta nova obra dá sequência.

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