ALDIR BLANC MATA O BORRÃO

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Pleno day-after do Natal, diretamente da Muda chega ao Lote, a bronca do Aldir Blanc sobre tudo o que nos engulha neste fim de ano, junto com o vinho Sangue de Boi, o pernil Só Osso e o bacalhau espinhoso. Aí, os sinos bimbalham.

Leiam só!

“Nem tudo é lama. Nossa música popular, que já foi chamada rancorosamente de cloaca, fez bonito. Deem de presente “A noite do meu bem”, Ruy Castro, Cia das Letras, um livro tão bacana que ressuscitou minha famosa imitação de Dalva de Oliveira… Trata-se de um livro para ficar na cabeceira, junto com a biografia de Noel Rosa, escrita por João Máximo e Carlos Didier. Muita sorte nossa que Nei Lopes e Luiz Antonio Simas sejam inesgotáveis. Lançaram o “DICIONÁRIO DA HISTÓRIA SOCIAL DO SAMBA”, Ed. Civilização Brasileira. Os verbetes nos recordam como éramos grandes no tempo em que a festa prostituída não premiava uma escola patrocinada pela mais longa ditadura da África. A tal “maior festa do mundo” tornou-se um conclave de pilantras e periguetes.” Veja mais