OBRIGADO, PAMPLONA!!!

“No tempo que o Brasil ainda era um simples país colonial” (rs,rs,rs); tempo em que ainda se chamava o Zumbi dos Palmares de “Zâmbi”; e em que se contava a morte do herói como um suicídio, precipitando-se ele “lá do alto da Serra do Gigante”… Nesse tempo, conhecemos Fernando Pamplona. Digo “conhecemos” porque naquele desfile, em 1960, ele estava todo: “nem melhor nem pior, apenas diferente”. Veja mais

NESTA, A MÍDIA POP-ROCK DANÇOU, BABY!

Quem é da música sabe que existe, com sede em Paris, uma Confederação Internacional de Sociedades de Autores e Compositores, a CISAC. E que ela congrega, inclusive, importantes sociedades brasileiras de gestão autoral musical, como a AMAR/SOMBRÁS, de Aldir Blanc; dos sinfônicos Iura Ranevsky, José Alves e Marcus Vinicius; dos choristas Luciana Rabello, Maurício Carrilho e Pedro Amorim; e dos sambistas Nei Lopes e Paulo César Pinheiro, entre outros milhares de autores, compositores e intérpretes. Veja mais

EI, BABURIBA! EI, BABURIBA!

Raul de Barros

(Para Humberto Araújo)

Quando o compositor baiano Gordurinha (Waldeck Artur de Macedo, 1922-1969) bradou que só botava bebop no seu samba quando o Tio Sam pegasse num tamborim, o gênero matriz da música brasileira já tinha engolido o jazz e o bebop, como acabaria também por deglutir o rock and roll. E, além de engolir, já tinha mastigado, digerido e expelido, devidamente reprocessado; e até cheirando bem. Veja mais