MAIS UM DICIONÁRIO DE HISTÓRIA DA ÁFRICA

Com a chegada das provas de revisão do Dicionário de História da África: Séculos VII a XVI, de Nei Lopes e José Rivair Macedo, inicia-se a escrita de mais uma nova e auspiciosa página de nossa história pessoal.

Tudo começou em 1988, com a primeira edição do livro Bantos, malês e identidade negra, de Nei Lopes, mais tarde reeditado pela Autêntica Editora e agora sensivelmente afetado pela revisão de alguns conceitos. Continuou com a publicação pela Ed. Civilização Brasileira, em 2011, do Dicionário da Antiguidade Africana, ao qual, também com revisão e reinterpretação de alguns conteúdos, esta nova obra dá sequência.

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“MORA NA FILOSOFIA! MOROU, MARIA?”

Ano passado, num evento no Museu Imperial de Petrópolis, nós e o Compadre Simas tentávamos mostrar a importância do legado das civilizações africanas para a cultura brasileira. O foco era o saber implícito inclusive nas nossas práticas religiosas mais profundas, como o culto de Ifá.

Nos debates que se seguiram às nossas falas, uma jovem senhora, simpaticíssima professora de filosofia da PUC-Petrópolis, botou lenha na nossa fogueira, nos incentivando a sistematizar o que dizíamos, num trabalho sobre as filosofias que fundamentam os saberes a que nos referíamos.

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NEI LOPES ESTÁ EM GRANDE FASE

O Globo – 11/03/2017

Por Ancelmo Gois

NEI LOPES IMORTAL

Nei Lopes, o compositor e escritor que completará 75 anos em maio, está em grande fase. Em setembro, lança o livro de contos “Nas águas desta baía há muito tempo”, pela Record, e está fazendo a revisão final de um outro, novinho em folha. E do forno da editora Autêntica sairá, em breve, outro livro de Nei, o “Dicionário da História da África”.

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